Fecanta 2012: Organização se reúne com cantores da terra

A Organização do Festival da Canção Tarauacaense, Edição Especial 20 anos, se reuniu na noite de ontem com os cantores de Tarauacá, para a definição das músicas e de seus intérpretes. Foram definidos também os dias e os horários dos ensaios e uma banda base.
A reunião foi coordenada pelo Professor e músico Rogério Craveiro e pelo Músico Giovanni Acioly.

A Edição Especial de Comemoração dos 20 anos do Festival da Canção Tarauacaense, financiada pela Lei de Incentivo à Cultura do Governo do Acre e acontecerá na noite do dia 23 de abril (segunda feira), durante as comemorações do Aniversário de 99 anos de Tarauacá, promovido pela prefeitura.


RELAÇÃO DOS INTÉRPRETES E DAS MÚSICAS.

TODOS OS CANTORES - QUEIMADAS ASSASSINAS 
JÚNIOR E RENATO - GRITO DE RESISTÊNCIA 
VALTAMIR - A UM ETERNO AMOR 
DIOURO - MINHA CONFISSÃO 
RANDERSOM - RIO DAS TRONQUEIRAS 
ANITA - MÃE SENHORA E RAINHA 
DAVID - GUERRILHA DO OZÔNIO 
MIL - TXAI 
PAZINHA - FILHOS DO SOL 
AUGUSTO - TEMPO 
DOUGLAS - CANTO COLORIDO 
ALDOMIR - TEMPO DE PAZ 
RONY LOPES - SANTA NATURA 
LUIZ CARLOS – PRESERVE A NATUREZA
ALTEMIR “BIBI” - NOSSO JEITO DE SER 

ENSAIOS PARA O FECANTA 2012
Local: Galpão de Cultura de Tarauacá
Horário: das 16 as 19 horas
Dias: De segunda à quinta feira

SEGUNDA-FEIRA 
#DAVID 
#DIOURO 
#DOUGLAS 
#ALDOMIR 

TERÇA-FEIRA 
#MIL 
#AUGUSTO 
#ALTEMIR 
#RONY 

QUARTA-FEIRA 
#RANDESOM 
#LUIZ CARLOS 
#JÚNIOR E RENATO 
#PAZINHA 

QUINTA-FEIRA 
#ANITA 
#VALTAMIR

HOJE é Dia Mundial da Água

Desde os primórdios da humanidade sabemos que o homem sempre se estabeleceu em locais próximos aos rios e mares, para garantir seu sustento através da pesca e da agricultura.
A história do Egito faz uma excelente demonstração desse fato, quando os homens, às margens do rio Nilo, fizeram os primeiros aglomerados humanos e construíram as primeiras cidades do mundo. Ali já se registrava o quanto o homem era dependente da água.
Porém, com o passar dos anos, com a evolução da humanidade, a água passou a ser tratada com desrespeito, sendo poluída e desperdiçada.
Por esses motivos, a ONU (Organização das Nações Unidas) criou o Dia Mundial da Água, em 22 de março de 1992, para promover discussões acerca da consciência do homem em relação a tal bem natural.
Em 10 de dezembro de 2002, o senado brasileiro aprovou o dia nacional da água através do projeto de lei do deputado Sérgio Novais (PSB-CE). O texto destaca que esse deverá “oferecer à sociedade brasileira a oportunidade e o estímulo para o debate dos problemas e a busca de soluções relacionadas ao uso e àconservação dos recursos hídricos.”
A preocupação surgiu através dos grandes índices de poluição ambiental do planeta, envolvendo a qualidade da água que consumimos.
A ONU elaborou um documento com medidas cautelosas a favor desse bem natural, trazendo também informações para garantir a cultura de preservação ambiental e a consciência ecológica em relação à água.
Na Declaração Universal dos Direitos da Água, criada pela ONU, dentre as principais abordagens estão:
- Que devemos ser responsáveis com a economia de água, pois essa é condição essencial de vida;
- Que ela é um patrimônio mundial e que todos nós somos responsáveis pela sua conservação;
- Que a água potável deve ser utilizada com economia, pois os recursos de tratamento são ainda lentos e escassos;
- Que o equilíbrio do planeta depende da conservação dos rios, mares e oceanos, bem como dos ciclos naturais da água;
- Que devemos ser responsáveis com as gerações futuras;
- Que precisamos utilizá-la tendo consciência de que não devemos poluí-la ou envenená-la;
- Que o homem deve ser solidário, evitando o seu desperdício e lutando pelo seu equilíbrio na natureza.
Com esse documento, a Organização das Nações Unidas tornou obrigatório que todos as pessoas sejam responsáveis pela qualidade da água, bem como pela sua manutenção, tendo, assim, formas de garantir a melhoria de vida no planeta.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

Nova Era reúne equipe locutores e operadores para apresentação da nova programação da emissora

A reunião acontece, hoje, quinta feira, 22 de março, às 19 horas, no Galpão de Cultura. A direção da emissora apresentará um esboço da nova programação de deve começar na próxima semana.

Brasil terá de promover mudança cultural para implantar Lei de Acesso à Informação, diz especialista


Brasília – O diretor executivo do Centro para o Direito e a Democracia, do Canadá, Toby Mendel, afirmou hoje (20) que, para implantar a Lei de Acesso à Informação, o Brasil terá de promover uma verdadeira mudança cultural e transformar a cultura do sigilo e do segredo em cultura do acesso à informação. Mendel, que acompanhou a implantação de leis de acesso à informação em mais de 20 países, admite que haverá dificuldades no processo, mas prevê impactos bastante positivos para os brasileiros.

Para Mendel, o maior desafio será mudar a cultura do segredo. Ele ressaltou que a classificação das informações conforme o grau de sigilo ser feita por outra instância, e não pelo órgão detentor dos dados. "Esse papel deve caber preferencialmente à Justiça”, disse Mendel, ao participar de discussão sobre a lei, promovida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ele alertou que não será fácil implantar a Lei de Acesso à Informação. “Certamente será uma luta longa e árdua, com muitas batalhas. O Brasil não é, nem será o único a ter problemas com essa lei. No Reino Unido, cerca de 100 mil órgãos se adaptaram a ela. Mas o impacto aqui certamente será positivo”, disse o especialista. Para ele, a questão é vista com seriedade pelo governo brasileiro.
“De fato, o governo brasileiro abraçou a ideia, visando ao aumento da transparência [no serviço público]”, concordou o presidente da EBC, Nelson Breve. “A lei dará ao cidadão o direito à informação, por meio dele próprio ou da imprensa”, disse.

“A imprensa [em termos gerais] é [um tipo de] filtro. O objetivo da lei, ao disponibilizar a informação ao público como um todo, é eliminar esse filtro, possibilitando o acesso direto do cidadão [à informação desejada]”, acrescentou. “Ela [lei] representa uma nova relação entre cidadão e estado”, resumiu o chefe de gabinete da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sylvio Rômulo.

Nelson Breve lembrou que a empresa pública também estará sujeita à lei. “Estamos presentes nas duas faces dessa moeda e sabemos o quanto essa lei nos afetará”, disse ele, referindo-se também ao fato de os jornalistas da empresa passarem a ter, com a nova lei, mais facilidades para obter informações. “Nossos jornalistas serão um contraponto entre a informação bruta e a buscada pelo cidadão”.
Para Toby Mendel e para o representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Lucien Muñoz, a EBC terá ainda outro papel importante: informar os cidadãos sobre seus direitos. “A EBCtem um duplo desafio: ao mesmo tempo em que irá informar sobre a adequação à lei, terá de se adequar a ela”, disse Muñoz. “E deixar claro que essa lei é sobre atividades cotidianas, e não relativa apenas a arquivos históricos”, completou Guilherme Canela, também representante da Unesco.

Mendel destacou a importância de os órgãos públicos se anteciparem às solicitações e fornecerem informações de forma proativa. O especialista chama a atenção para que o Brasil não cometa riscos similares aos cometidos no Peru e na África do Sul, onde “fardos pesados são colocados sobre os ombros dos servidores públicos que não apresentarem as informações”.

A Lei de Acesso à Informação entrará em vigor em maio. Ela regulamenta o acesso a dados do governo pela imprensa e pelos cidadãos. Determina também o fim do sigilo eterno de documentos oficiais e estabelece, como limite de prazo máximo de sigilo, 25 anos para documentos ultrassecretos (podendo ser renovado apenas por uma vez); 15 anos para os secretos; e cinco para os reservados.

Os ministérios estão aderindo às novas exigências gradualmente. Até maio, todas as instituições do governo deverão ter criado serviços de informações ao cidadão. Além dos ministérios, a regra vale para órgãos como a Controladoria-Geral da União, bancos e empresas públicas. Estados e municípios também terão que se adaptar.

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Edição: Nádia Franco

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