OS PRÉ CANDIDATOS A PREFEITO DE TARAUACÁ VÃO AO RÁDIO FALAR COM O POVO


Os quase 23 mil eleitores de Tarauacá, observam atentamente a movimentação das forças políticas para a definição das candidaturas à prefeitura do município. Já são sete os nomes que se apresentaram até o momento pleiteando uma candidatura ao maior e mais disputado cargo eletivo da 'Terra do abacaxi'. 

Recentemente, os pré-candidatos estiveram na Rádio Comunitária Nova Era FM, Programa Terminal Comunitário, para que a população pudesse conhecer um pouco de suas vidas e de suas intenções.

Alcionildo Fonteneles do PRB, é um jovem que ingressou na comunicação através da televisão e da internet. O mesmo mantém uma escola de informática no município. 

Célio Rocha do PSOL já foi candidato a vereador pelo PSB e presidente do Bairro Avelino leal. Agora, filiado no PSOL, pretende disputar o cargo de prefeito.

Marlindo Pinheiro do PP é atualmente vereador. Agente Penitenciário e com larga experiência no movimento popular, o mesmo deixou o PCdoB e se filiou no PP. 

Marilete Vitorino do PSD já governou o município por pouco mais de 1 ano. Advogada e Professora, a mesma foi a grande puxadora de votos da oposição na eleição passada perdendo para o atual prefeito por uma diferença mínima. 

Mirabor Leite é vereador pelo PMBD e sonha em ser prefeito do município. Servidor do INCRA, o mesmo se articulou com vários partidos para encabeçar a chapa da oposição.

Chico Batista do PP, já foi vereador por 5 mandatos e atualmente cuida de seu comércio. Chico deixou o PDT e se filiou no PP para ser o candidato que poderá unificar a oposição.

Rodrigo Damasceno do PT, já foi confirmado que será o único nome dentro da Frente Popular para a disputa eleitoral. Com apoio do PCdoB, o médico busca a reeleição.

ALCIONILDO FONTENELE - COMUNICADOR - PRB

CÉLIO ROCHA - LÍDER COMUNITÁRIO - PSOL

MARLINDO PINHEIRO - VEREADOR - PP

MIRABOR LEITE - VEREADOR - PMDB

MARILETE VITORINO ADVOGADA - PSD

CHICO BATISTA - COMERCIANTE - PP

RODRIGO DAMASCENO - MÉDICO - PT

A extinção do Ministério das Comunicações

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, reafirmando o seu compromisso com a democracia, com o Estado Democrático de Direito, com o direito à comunicação e à liberdade de expressão, vem a público para afirmar que não reconhece um presidente que não foi eleito pelo voto direto do povo brasileiro.

O governo ilegítimo, que se instala no Brasil a partir deste dia 12 de maio de 2016, nasce de um golpe para golpear direitos duramente conquistados e avanços que a sociedade logrou alcançar nos últimos anos.

Em sua primeira medida – a nomeação ministerial – Michel Temer extinguiu ministérios indispensáveis para o avanço social e a consolidação de direitos humanos: o Ministério das Comunicações, o Ministério da Cultura, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e Direitos Humanos.

A medida já demonstra que as políticas públicas de inclusão, de estímulo cultural, de promoção de diversidade e redução de desigualdades não terão lugar neste novo governo das elites, que retorna ao poder através de um golpe.

A criação de um novo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação revela que o tratamento comercial e mercadológico para o tema da Comunicação será aprofundado. Os debates serão ainda mais técnicos e estarão ainda mais à mercê dos grandes grupos econômicos.

Se já havia dificuldades em tratar o tema da Comunicação sob a ótica do direito, a partir do reconhecimento de que na sociedade contemporânea os meios de comunicação são vetor de desenvolvimento econômico e social para a população, que são instrumentos para ter acesso a outros direitos e para o exercício da cidadania, portanto, precisam de políticas públicas de Estado para serem efetivados, nesta nova configuração esta abordagem será completamente abandonada.

Desde a sua criação, em 25 de fevereiro de 1967, o ministério das Comunicações deixou de existir em 1990, durante o governo Collor. Sua estrutura foi incorporada ao Ministério da Infraestrutura. Voltou a existir em outubro de 1992, com o governo do presidente Itamar Franco.

A luta em defesa da democracia exige de nós um compromisso e envolvimento ainda maiores com a luta por uma comunicação mais democrática. Esta luta será feita nas ruas, nas universidades, no parlamento e onde nossa voz alcançar. Continuaremos denunciando o papel golpista que o monopólio privado dos meios de comunicação desempenha no país e não daremos trégua à luta para que o Brasil tenha mais pluralidade e diversidade na mídia brasileira.

Também vamos nos manter firmes na defesa da comunicação pública e da Empresa Brasil de Comunicação. Vamos lutar para que a autonomia e independência editorial dos instrumentos da EBC sejam garantidos. 

Continuaremos ao lado dos movimentos sociais na luta pelo reestabelecimento do Estado Democrático de Direito no Brasil.

A luta pela democracia não tem data para terminar!

Brasil, 12 de maio de 2016

Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação

Postado por Altamiro Borges
Do site do FNDC:

ENCONTRO COM RADIALISTAS COMUNITÁRIOS E INSTITUIÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA.


Um encontro com nossos radialistas e os responsáveis pelas instituições que fazem parte da grade de programação da emissora, foi realizado no último sábado, 30 de maio.  

Na pauta, o papel da Rádio Comunitária na comunicação do município, a programação, a contribuição de cada membro para a melhoria da vida da nossa comunidade e a renovação do Conselho Comunitário.  



DESTAQUE

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