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RÁDIO COMUNITÁRIA E O MOVIMENTO "FICA JASONE'

Profissionais de saúde na RadCom Nova Era FM

Na manhã desta quinta feira, 21 de fevereiro, a Rádio comunitária Nova Era FM realizou uma programação especial para criação do movimento intitulado "Fica Jasone", em defesa da permanência do médico Jasone Silva que poderá se transferir para o município de Feijó.

O locutor Raimundo Accioly comandou o Programa Terminal Comunitário Especial, com participação ao vivo dos ouvintes e também de profissionais da saúde lotados da maternidade local, liderados pelo Doutor Baba e a Diretora Alberlândia.

No final do programa o Médico e Prefeito da cidade, Doutor Rodrigo Damasceno foi até os estúdios da emissora se manifestar publicamente em defesa do colega. Rodrigo visitou Jasone logo cedo, fez contado com o superintendente da Caixa Econômica Federal e à tarde embarcou para Rio Branco para tratar exclusivamente desse assunto. "Vamos até o limite de nossas forças para garantir a permanência do nosso Jasone em Tarauacá", disse o prefeito.

AS RAZÕES DA POSSÍVEL SAÍDA DE JASONE – A esposa do médico foi aprovada num concurso da Caixa Econômica Federal e deve ser lotada em Feijó, fato que pode acontecer até o final do mês de março. Sendo assim, o marido teria que acompanhá-la. 

Prefeito Rodrigo Damasceno e Radialista Raimundo Accioly

Dr. Baba

Alberlãndia Cabral - Diretora da Maternidade 

"Fica Jasone"

Prefeito Rodrigo Damasceno 

Rádio está presente em 88% das residências e número de emissoras dobra em 10 anos

Brasília - Apesar do avanço de novas mídias e da expansão do acesso à internet, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert),o rádio - que comemora hoje seu dia mundial - está presente em 88,1% dos domicílios do país, perdendo apenas para a televisão, que tem penetração de cerca de 97%.

O país tem aproximadamente 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo emissoras comerciais AM e FM e rádios comunitárias. O número é mais que o dobro do registrado há dez anos, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais estão concentrados os maiores números de emissoras, com 1,4 mil e 1,3 mil, respectivamente.

O número de aparelhos de rádio convencionais passa de 200 milhões no Brasil, além de 23,9 milhões de receptores em automóveis e do acesso por aparelhos celulares, que somam cerca de 90 milhões. Isso sem falar no acesso às emissoras pela internet, por meio de computadores e smartphones. Aproximadamente 80% das emissoras do país já transmitem sua programação pela rede mundial de computadores.

O presidente da Abert, Daniel Slaviero, destaca que o rádio está se adaptando às novas tecnologias para disputar o mercado altamente competitivo da informação e do entretenimento. “Acreditamos no futuro do rádio, não como nossos pais e avós o conheceram, mas inovador, ágil, interativo e com a mesma importância social, eficiência comunicativa e proximidade com as comunidades e os ouvintes. Aos 90 anos, não há dúvida de que o rádio está em plena reinvenção”, avalia.

Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o rádio faz parte da cultura dos brasileiros e não perderá espaço porque está acompanhando a evolução do setor. “Neste momento especial de transformações tecnológicas e do aparecimento de outras mídias, o rádio segue firme no nosso dia a dia porque também se transformou. Hoje é comum, corriqueiro, ouvirmos a transmissão da programação também pela internet, direto das redações das emissoras”, diz. O ministro garante que o governo trabalha para dar à radiodifusão a flexibilidade e pujança necessárias para continuar a crescer.


Emissoras de rádio no Brasil
Rádio
FM
Comunitárias
Ondas Médias (AM)
Ondas Tropicais
Ondas Curtas
FM Educativa
Outorgas
2.664
4.421
1.785
74
66
469
 Fonte: Ministério das Comunicações – dezembro 2012
Da Agência Brasil

Canal da Cidadania vai dar espaço para associações comunitárias na TV aberta

O Canal da Cidadania faz parte do conjunto de canais públicos explorados por entes da Administração Pública direta e indireta em âmbito federal, estadual e municipal, e por entidades das comunidades locais, dentro do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD).

Dentre os principais objetivos a serem atendidos pelo Canal estão a busca pelo exercício da cidadania e da democracia, a expressão da diversidade social e o diálogo entre as diversas identidades culturais do Brasil, e a universalização do direito à informação, comunicação, educação e cultura. Além disso, pretende-se fomentar a produção audiovisual independente, de caráter local e regional e atuar na prestação de serviços de utilidade pública.

Para isso, o Canal da Cidadania vai fazer uso da multiprogramação possibilitada pela TV digital. Serão quatro faixas de conteúdo: a primeira para o Poder Público municipal, a segunda para o Poder Público estadual e as outras duas, para associações comunitárias, que ficarão responsáveis por veicular programação local.

Os pedidos de outorga podem ser feitos por municípios, estados e fundações e autarquias a eles vinculadas.

Prazos

Os municípios têm até 18 meses a partir da publicação da Norma Regulamentar do Canal da Cidadania, em 19 de dezembro de 2012, para solicitar a outorga. Transcorrido esse prazo, os estados poderão solicitar a autorização para explorar o canal ao MiniCom.

Após a conclusão desses processos de outorga, o Ministério das Comunicações vai abrir avisos de habilitação para selecionar as associações comunitárias, que ficarão responsáveis pela programação em cada localidade.

O calendário com a lista de cidades a serem contempladas nos avisos de habilitação, bem como os próprios avisos, serão divulgados nesse sítio, anualmente.

DESTAQUE

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